quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

RITALINA, a cocaina legalizada.





Ritalina

“Na ausência de novos estudos sobre os efeitos da Ritalina, estamos realizando esses experimentos em nossos próprios filhos”

Dr. Leckman

 Fatos sobre a Ritalina

  • Geralmente a Ritalina e a anfetamina causam os mesmos problemas que deveriam tratar – falta de atenção, hiperatividade e comportamento impulsivo.
  • Muitas crianças se tornam robôs, ficam letárgicas, deprimidas e introvertidas quando estão tomando Ritalina.
  • A Ritalina pode retardar o crescimento da criança ao romper os ciclos dos hormônios de crescimento liberados pela glândula pituitária.
  • A Ritalina geralmente causa graves distúrbios no cérebro da criança. Pesquisas científicas mostraram que a Ritalina pode causar atrofia ou outras anomalias físicas permanentes no cérebro.
  • Quando a criança para de tomar a Ritalina, pode ocorrer sofrimento emocional, incluindo depressão, esgotamento e até suicídio. Qualquer um desses sintomas emocionais pode levar ao aumento errôneo da medicação para a criança.
  • A Ritalina cria dependência e pode levar a outras dependências. É uma droga muito usada entre crianças e adultos.
  • A Ritalina reprime as atividades criativas, espontâneas e independentes na criança — fazendo com que ela se torne mais dócil e obediente, mais disposta a realizar tarefas rotineiras e maçantes, tais como atividades em classe e deveres de casa.
  • Para mais informações: Hyperactive Children's Support Group, www.hacsg.org.uk e The Food Commission (UK), www.foodcomm.org.uk
     
    (Continue lendo na página seguinte....)


A Ritalina age no cérebro como cocaína



Utilizando técnicas sofisticadas para estudar o cérebro humano, pesquisadores norte-americanos concluíram que a Ritalina (cloridrato de metilfenidato), tomada por milhões de crianças no mundo inteiro, produz o mesmo efeito sobre o cérebro que a cocaína.

Os estudos também mostraram que as crianças hiperativas que tomam Ritalina são mais propensas a se tornarem tóxico-dependentes do que aquelas que não tomam o medicamento. A Ritalina também pode alterar todo o perfil biodinâmico dos usuários e causar o mesmo efeito devastador que o uso prolongado de cocaína.




Fonte: Journal of Neuroscience, 2001, 21: RC121

O que é e para que serve ?
A ritalina é o metilfenidato, um estimulante do grupo dos anfetamínicos. Suas principais indicações são para o tratamento do défict de atenção com hiperatividade em crianças e depressão no idoso. Existe muito preconceito contra essa medicação, mesmo por parte de médicos. Apesar das substâncias desse grupo serem muitas vezes usadas de forma ilegal por proporcionarem estados alterados de consciência. Sua eficácia e segurança médicas quando são usadas corretamente, estão mais do que comprovadas.

Como é usado ?
A dose usada em crianças a partir de seis anos varia entre 2,5 a 5mg por dia inicialmente, que pode ser elevada ao máximo de 60mg por dia. A dose, de acordo com o peso da criança, é de 2mg / Kg de peso. As doses devem ser dadas preferencialmente pela manhã e na hora do almoço, para não prejudicar o sono. Esta medicação é retirada rapidamente de circulação pelo fígado.
 
Quando a finalidade é melhorar o desempenho acadêmico não haverá necessidade de tomar a medicação nos fins de semana e nas férias. Apesar dessa medicação induzir a dependência nos usuários sem transtorno de hiperatividade, os estudos nessa área mostram que dificilmente uma criança que tenha feito uso prolongado se tornará dependente. Isto é um dado constatado.

Os idosos que não toleram os efeitos colaterais dos antidepressivos podem se beneficiar da ritalina. Estudo feito com esta população, mostrou ser uma medicação eficaz com risco de dependência praticamente zero.

Considerações importantes
Não deve ser usado em pacientes em uso de tranilcipromina ou equivalente, em pacientes com arritmias cardíacas, com a síndrome de Tourette, em pacientes psicóticos, com distúrbios de movimentos e com problemas na produção de células sanguíneas. É preferível evitar durante o primeiro trimestre da gestação, apesar de nunca ter sido comunicado efeito deletério no feto.

RITALINA é um estimulante do sistema nervoso central. Seu mecanismo de ação no homem ainda não foi completamente elucidado, mas presumivelmente ele exerce seu efeito estimulante ativando o sistema de excitação do tronco cerebral e o córtex. O mecanismo pelo qual ele produz seus efeitos psíquicos e comportamentais em crianças não está claramente estabelecido, nem há evidência conclusiva que demonstre como esses efeitos se relacionam com a condição dosistema nervoso2 central.

Contra-indicações - RITALINA
Ansiedade, tensão, agitação, hipertireodismo, arritmia cardíaca, angina do peito grave e glaucoma. Hipersensibilidade ao metilfenidato. Também é contra-indicado a pacientes com tiques motores, com parentes com tiques e história familiar ou diagnóstico de síndrome de Tourette.

Advertências - RITALINA

RITALINA não deve ser utilizado em crianças com menos de seis anos de idade, uma vez que a segurança e a eficácia nesse grupo etário não foram estabelecidas.

RITALINA não deve ser utilizado para tratamento de depressão grave de origem exógena ou endógena. A experiência clínica sugere que a administração de RITALINA a crianças psicóticas pode exacerbar os sintomas comportamentais e as alterações de pensamento. O abuso de RITALINA pode conduzir à tolerância acentuada e dependência psíquica com graus variados de comportamento anormal. Episódios psicóticos podem ocorrer, especialmente em resposta ao abuso por via parenteral. Os dados clínicos disponíveis indicam que o tratamento com RITALINA durante a infância não aumenta a probabilidade de dependência.

OS EFEITOS NOCIVOS DA PRESCRIÇÃO DE ESTIMULANTES
Esta substância parecida com a anfetamina causa o mesmo tipo de efeitos no corpo que outras formas de drogas:perda de apetite, insónia, aumento do ritmo cardíaco. O consumo desta droga em grandes doses, especialmente através da injeção ou ao “cheirá–la”, cria inclusive uma tensão maior sobre o corpo. O stress sobre o coração pode ser fatal.

A injeção de Ritalina tem um horrível efeito adicional sobre o corpo. Enquanto o componente químico, metilfenidato, se dissolve completamente na água, os comprimidos também têm partículas minúsculas de enchimento insolúveis. Estes materiais sólidos bloqueiam os pequenos vasos sanguíneos quando injetados dentro da corrente sanguínea, causando sérios danos nos pulmões e olhos.
Independentemente do impacto físico, há também as condições emocionais severas causadas pelo consumo desta droga mesmo em curtos períodos. Alucinações e comportamento psicótico não são incomuns.

Um pesquisador no Texas descobriu que o uso de Ritalina poderia estar relacionado com um maior risco de câncer. Este estudo descobriu que após somente três meses, cada uma das doze crianças tratadas com metilfenidato, experimentaram anormalidades genéticas associadas com um risco aumentado de câncer.

EFEITOS A CURTO PRAZO
 
  • Perda de apetite
  • Aumento do batimento cardíaco, pressão sanguínea e temperatura corporal
  • Dilatação das Pupilas
  • Perturbação de sono e sono alterado
  • Náusea
  • Comportamento bizarro, errático, às vezes violento
  • Alucinações, hiperexcitabilidade, irritabilidade
  • Pânico e psicoses
  • Doses excessivas podem conduzir a convulsões, espasmos e morte

EFEITOS A LONGO PRAZO

  • Danos irreversíveis dos vasos sanguíneos coronários e cerebrais, elevada pressão sanguínea, conduzindo a ataques cardíacos, derrames cerebrais e morte
  • Danos no fígado, renais e pulmonares
  • Destruição dos tecidos nasais se “cheirada”
  • Problemas respiratórios se fumada
  • Doenças infecciosas e abscesso se injetada
  • Má nutrição, perda de peso
  • Desorientação, apatia, cansaço excessivo e confuso
  • Forte dependência psicológica
  • Psicose
  • Depressão
  • Danos cerebrais incluindo tromboses e possivelmente epilepsia.

Você já teve contato, já usou ou já ouviu falar das drogas dos concurseiros?
Muito bem, ao que tudo indica, vem ganhando força a ideia do uso de drogas cognitivas no universo da preparação para concursos públicos. Trata-se de um recurso perigoso e ilusório.

Alguns candidatos têm recorrido a substâncias químicas com a intenção de otimizar o processo de estudos. Geralmente estas correspondem ao metilfenidato, mais conhecido como ritalina, e o modafinil. A intenção seria melhorar as funções cognitivas primárias, tais como a atenção e a concentração.
Antes de mais nada, vale lembrar que o referido recurso se trata de uma droga. Segundo o dicionário de Michaelis, droga seria a “designação comum a todas as substâncias ou ingredientes aplicados em tinturaria, química ou farmácia”.
 
Infelizmente, a postura de adoção indiscriminada do aludido recurso atinge não apenas o mundo da preparação para concursos públicos, mas também já vem, há algum tempo, afetando o universo da educação infantil. Não é incomum que profissionais da saúde ou da educação, diante de problemas de aprendizagem por parte de crianças – principalmente o TDAH (Transtorno do

Déficit de Atenção e Hiperatividade), recomendem de imediato o uso da ritalina, sem a tentativa de outros meios ou estratégias de superação da mencionada dificuldade. E há algum consenso no sentido de que diagnósticos são realizados sem os necessários e devidos cuidados.
 
Há uma aumento no número de pessoas que fazem uso de medicamento restritos de maneira indevida para "turbinar" o funcionamento do cérebro, isso ocorre quando as pessoas acabam lançando mão de qualquer coisa para conseguirem seus objetivos. Inclusive de remédios cujo esforço num primeiro momento parece ser mínimo.

Por exemplo a Ritalina (Metilfenidato) que é um medicamento ajuda a aumentar os níveis de concentração. A quantidade de pessoas sem problemas neurológicos ou psiquiátricos que procuram a droga para "turbinar" o cérebro é impressionante, principalmente aqueles que estão sob pressão, comoestudantes universitários. Porém não há uma comprovação científica de que a ritalina realmente traga benefícios para quem não tem déficit de atenção. Eles alertam que usar esse remédio, que é controlado, para uma doença que não existe pode provocar atéalucinações. A ritalina como toda medicação “tarja preta”, está incluída dentro do conjunto de medicações fortes, que podem sim, ter efeitos colaterais graves; Seu uso indiscriminado e desnecessário tem de ser pensado pois como uma medicação forte, ela tem de ser usada sob indicação

A realidade do universitário no que tange ter que estudar um volume maior de matéria e conseguir assimilar muito conteúdo em pouco tempo, pressionado em relação a provas, datas de provas, e a situação torna a via mais aceita recorrer a esse tipo de medicamento, ou seja, torna as drogas estimulantes um saída rápida, porém seu efeitos benéfico, se há, são efêmeros e podem trazer efeitos colaterais preocupantes, como no caso da ritalina que pode causar insônia, diminuir o apetite, alucinações, taquicardia e variações bruscas de humor, podendo levar o indivíduo à dependência de remédios para dormir e levar também à dependência física e psíquica

Entender que organizar os estudos, levar a coisa a sério, ou mesmo o risco assumido ao se submeter tomando medicações controladas sem indicação médica, é com certeza o primeiro passo para não começar, ou se começou, repensar nos possíveis prejuízos que a dependência de drogas, legais ou ilegais, podem causar, pois o ser humano tem limites, e não pode extrapolar esses limites sem pagar um preço alto.

 
COCAÍNA DOS POBRES
 
A Ritalina é fácil de se conseguir e é barata. Conseguidos de alguém que tenha uma prescrição, roubados de um irmão ou obtidos com prescrição fraudulenta, esses comprimidos são então largamente vendidos. O preço anda à volta de 1 ou 2 dólares na escola até 20 dólares por comprimido no mercado negro.

A comparação da Ritalina com a cocaína não é apenas um slogan. A Ritalina é quimicamente similar à cocaína. Quando injetada, manda aquele “golpe” pelo qual os dependentes imploram tanto.
 
Em 2000, a Drug Enforcement Administration (DEA) revelou os resultados dos estudos em animais e em humanos que receberam cocaína e Ritalina. O teste não consegue mostrar a diferença. A DEA concluiu que “Eles produzem efeitos que são quase idênticos.”

O âmbito do consumo da Ritalina
O abuso de drogas prescritas tal como a Ritalina está a aumentar.

Por volta de 2006, quase 7 milhões de americanos abusaram de drogas prescritas, incluindo Ritalina — um número maior do que o número daqueles que abusaram de cocaína, heroína, alucinogénios, Ecstasy e inalantes, combinados. Esses 7 milhões foram apenas 3,8 milhões em 2000 — um aumento de 80% em apenas seis anos.
Em 2007, 3,8% de estudantes do 12.º ano relataram ter consumido Ritalina sem prescrição médica pelo menos uma vez no ano anterior.

Um fator importante que contribui para o abuso é o grande aumento no número de prescrições de Ritalina e outros estimulantes.
Nos EUA, o número de prescrições de estimulantes subiu de aproximadamente 5 milhões em 1991 para quase 35 milhões em 2007.

Em 2004, o metilfenidato (Ritalina) esteve envolvido em aproximadamente 3601 visitas à sala de emergência do hospital, comparado com os 271 em 1990.
De 1990 a 2000, 186 mortes nos EUA estavam ligadas à Ritalina. O risco é o mais alto para aqueles que aspiram grandes quantidades da droga.

Desde 1995 que tem estado incluída na lista dos medicamentos “mais roubados” de Drug Enforcement Administration.
 
 
OS EFEITOS NOCIVOS DA PRESCRIÇÃO DE ESTIMULANTES
Esta substância parecida com a anfetamina causa o mesmo tipo de efeitos no corpo que outras formas de drogas: perda de apetite, insônia, aumento do ritmo cardíaco. O consumo desta droga em grandes doses, especialmente através da injeção ou ao “cheirá–la”, cria inclusive uma tensão maior sobre o corpo. O stress sobre o coração pode ser fatal.

Veja o caso de um adolescente, um consumidor habitual de Ritalina, que um dia sofreu um colapso enquanto andava de skate. Morte de ataque cardíaco.
 
A injeção de Ritalina tem um horrível efeito adicional sobre o corpo. Enquanto o componente químico, metilfenidato, se dissolve completamente na água, os comprimidos também têm partículas minúsculas de enchimento insolúveis. Estes materiais sólidos bloqueiam os pequenos vasos sanguíneos quando ejetados dentro da corrente sanguínea, causando sérios danos nos pulmões e olhos.

Independentemente do impacto físico, há também as condições emocionais severas causadas pelo consumo desta droga mesmo em curtos períodos. Alucinações e comportamento psicótico não são incomuns.

Um pesquisador no Texas descobriu que o uso de Ritalina poderia estar relacionado com um maior risco de cancro. Este estudo descobriu que após somente três meses, cada uma das doze crianças tratadas com metilfenidato, experimentaram anormalidades genéticas
 
A RITALINA LEVA A OUTRAS DROGAS
 
Um estudo apoiado pelo National Institute on Drug Abuse descobriu que os consumidores de Ritalina e drogas similares “exibiam a maior percentagem de consumo de cocaína."
 
Devido ao aumento da tolerância, o consumo de Ritalina pode levar a consumir drogas mais fortes para conseguir a mesma euforia. Quando os efeitos começam a desaparecer, a pessoa pode procurar drogas mais potentes para se libertar das condições indesejadas que a levaram a consumir a droga em primeiro lugar.
 
A própria Ritalina não conduz a pessoa a outras drogas: as pessoas consomem drogas para se livrarem de situações ou sentimentos indesejados. A droga mascara o problema durante algum tempo (enquanto o consumidor está eufórico). Quando a “viagem” se desvanece, o problema, a condição indesejada, a situação retorna mais intensamente do que antes. O consumidor pode então voltar–se para drogas mais fortes visto que a Ritalina já não “funciona” mais.
 
Um estudo com 500 estudantes durante um período de anos descobriu que aqueles que consumiam Ritalina teriam uma maior probabilidade de consumir cocaína e outros estimulantes mais tarde na sua vida.
 
De acordo com um estudo de 2005, os adolescentes que consomem drogas prescritas eram 12 vezes mais propensos a consumirem heroína, 15 vezes mais propensos a consumirem Ecstasy e 20 vezes mais prováveis a consumir cocaína, comparando com adolescentes que não consomem tais drogas.
 
Justificações comuns (Não caia na armadilha):

Há muitas justificações para consumir esta droga poderosa. Reconheça–as pelo que são: Falsas! 
    • Todas as pessoas a usam.
    • É só para estudar.
    • O meu irmão consome para tratar um distúrbio de aprendizagem, não pode ser tão má.
    • Não causam dependência.
    • Pode controlá–la. Não tem que tomá–la outra vez se não quiser.

Não permita que outros, ao fingirem ser seus amigos, o persuadam para a armadilha.
 
MORTE CAUSADA POR RITALINA
 
Altas doses de Ritalina levam a sintomas similares ao consumo de outros estimulantes, incluindo tremores e convulsões musculares, paranoia, e uma sensação de insetos ou vermes rastejando sob a pele.
 
Há a história do jovem de 17 anos que após inalar comprimidos esmagados de Ritalina e ter ficado desperto durante dias, ficou psicótico, matou os seus pais e feriu severamente os seus irmãos e irmã com uma machadinha. E depois havia o rapaz de 14 anos que consumia Ritalina desde os seus 7, que espancou outro rapaz até à morte com um taco de basebol.
 
A Ritalina pode causar agressão, psicose e batimento cardíaco irregular que pode levar à morte.
 
É CRIME ABUSÁ–LA
 
Nos Estados Unidos, a Ritalina está sujeita a rígidos controles e penas criminais graves pelo consumo. As penalidades de primeira ofensa por tráfico (da qual seria culpado mesmo que só tivesse partilhado um ou dois comprimidos com um amigo) inclui até 20 anos na prisão e uma multa que pode ir até 1 milhão de dólares.
 
Se a morte ou um dano sério resultar desta primeira ofensa, a pena seria de 20 anos à prisão perpétua. Se a droga é injetada, seria uma ofensa classificada como classe A, com penalidades ainda mais pesadas.

“Percebo que o meu interesse e a resultante dependência em ‘speed’ começaram quando me prescreveram Ritalina. No início era em todos os fins de semana e daí passou para todos os dias.

“Comecei a ter alucinações de aves a voarem em cima de mim, sensações de pessoas no mesmo quarto quando eu estava só, e o começo da paranoia. Usei toda a prescrição de Dexedrina [do meu amigo] numa semana. Então voltei para a minha Ritalina e daí continuei.

“Não me lembro muito do meu 12.º ano, mas lembro–me da depressão esmagadora e de uma incapacidade de entender qual era a verdadeira razão de estar a ir tão mal na escola. Mal me formei e não fiz absolutamente nenhum plano para a faculdade.

“Matriculei–me no último minuto na faculdade local. Estive limpo por uns dias antes da necessidade por ‘speed’ superar tudo. Frequentei as aulas por uma semana, e falhei miseravelmente.”— Sam
 
FONTES:


 
 


 

13 comentários:

  1. Opinar direito?
    Tu sabe o que é ter TDAH? Eu sei pois tenho TDAH. Não foi minha mãe e nem a escola que me obrigou a tomar Ritalina, e se tivesse sido, minha vida teria tido outro rumo ao invés de ter tido uma vida de tropeços, de andar aos trancos e barrancos. Quem foi ao médico por livre e espontânea vontade fui eu, com minhas perninhas, pois não aguentava mais a vida que levava.
    Se eu tivesse sido diagnosticada na adolescência, teria poupado muitos desgostos na minha vida. Minha vida era um fracasso. Mas quando tomei meu primeiro comprimido de Ritalina, foi como tirar minha estabanação com a mão, minha vida começou a andar, comecei a render nos estudos, etc...
    Detesto, detesto muito, este grupo de pessoas, que acham que foi criada uma conspiração do mal para tornar TODAS as crianças agitadas portadoras de TDAH. O TDAH existe, mas nem todo mundo que é agitado e desatento é portador de TDAH. Falta de limites tambem pode criar seres desobedientes.
    O que esta acontecendo é que o TDAH virou a bola da vez, o transtorno da moda, é chique ter TDAH. Acho tudo isto patético, pois ficar cometendo erros bobos, ser tirada para boba alegre, para idiota da turma, tentar aprender e chorar em cima dos livros pra nada, não é nada bacana, não é nada legal, é horrível ter TDAH, não é nada chique.
    Tomo ritalina a 10 anos, e se estou escrevendo aqui é porque até agora não tive uma morte súbita, tambem não fui até o ponto de trafico mais próximo fumar pedra ou encher a cara de farinha, contrariado as "estatísticas" de alguns neurastemicos de que o consumo de metilfenidato leva ao abuso de drogas. Isto porque meu médico é muito bom, possui pós doutorado.
    Tem dias que nem tomo o remédio, só tomo pra manter minha concentração, quando não uso a concentração não uso.
    Idiota daquele que toma este remédio para estudar sem ter TDAH, pois os efeitos não são os esperados, pode dar certo por um tempo, mas existem os efeitos colaterias.
    Eu tomo com orientação médica.

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    1. Tirou as palavras da minha boca.
      Exatamente isso.

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    2. Caro amigo.
      Bem, uma vez que o sr. aparenta ser uma pessoa bastante sugestionável (acredita em qualquer merda, onde a palavra "merda" não significa, exatamente, excremento) e que tem bastante dificuldade em não confundir conceitos específicos, bem como filtrar informações a partir da credibilidade das fontes, é necessário que eu diga que usei da palavra "amigo", apenas como forma de iniciar este texto. Eu não quero ser seu amigo.

      Tenho TDAH desde sempre, assim como 05 (cinco) integrantes da minha família (primos), o que me leva a crer em alguma tendência genética para o desenvolvimento desta desordem, ou que há um complô maligno de psiquiatras acionistas de indústrias de medicamentos que elegeram minha família para testes, ou para exploração...

      Não vou colocar meu nome aqui, porque não gosto de ficar por aí revelando minha "doença", afinal, este país é composto essencialmente de pessoas mal informadas e que generalizam tudo para a pior conotação possível, assim como o sr.

      Sou advogado. Não que isso importe, neste caso, e sinceramente, nem sei porque informo minha profissão (devo ter me contaminado, ao ler o artigo, de falar coisas só por falar, sem pensar no porquê e nas consequências).

      Bom, eis me aqui por um motivo que desde já resumo para os que não estão com saco (não me refiro exatamente à bolsa escrotal) para ler até o fim, e também para os que tem mais o que fazer: Estou aqui (eu não estou fisicamente, entendeu?, se não entendeu, eu posso te dar uma Ritalina para clarear esta questão complexa...) para dizer que o artigo de Vossa autoria é escroto (não me refiro ao saco).

      O senhor, não faz a menor ideia do benefício deste medicamento (ou DROGA, como preferir) para aqueles que tem necessidade do seu consumo: os portadores de TDAH, o que denominaremos desde já: "PESSOAS DOENTES", vulgo "zoadinhos", "lerdinhos", "audistas" e demais expressões que as outras pessoas adoram utilizar para nos denominar pejorativamente (claro, quando não estamos medicados, ou sob o efeito de DROGAS, como prefere imaginar).

      Já que quer criar texto tendencioso a partir de fontes duvidosas e opiniões sem fundamento, sugiro que escreva sobre o paracetamol (aquele que tomamos quando temos febre), pois ele é amplamente usado para o suicídio através da destruição do fígado e da insuficiência renal que ocorrem com sua ingestão em alta dosagem (cerca de 50 comprimidos).
      Escreva sobre a facilidade de aquisição do medicamento, que nem controlado é, e diga que assim o é por alguma teoria conspiratória, diga que todos que o usam são suicidas em potencial, diga que os médicos que o recomendam para reduzir a febre são idiotas e que isto é um sinal do apocalipse que se aproxima, faça um gancho e envolva a maçonaria e os Illuminati.
      Mas não faça como fez com este artigo, não se baseie, tão só em opiniões (no caso, a minha, claro, deturpada pela maligna Ritalina). Verifique estas informações em fontes confiáveis e IMPARCIAIS, de opiniões médicas FUNDAMENTADAS (se em estudos, melhor ainda).
      Desta forma o senhor fará um artigo igualmente sensacionalista mas com um mínimo de base em fatos.

      A propósito, o artigo foi escrito com uma lógica de botequim arrepiante. Inteire-se: RITALINA não é sinônimo de SIBUTRAMINA e muito menos do tal "SPEED" mencionado ao fim do "artigo", não obstante essas substâncias serem todas elas, ANFETAMINAS. Naquele país, é crime a utilização do "SPEED", e não da RITALINA.

      Assim como se extrai o ópio da papoula, o qual contém morfina, que é processada para obtenção da heroína. A morfina é um analgésico extremamente forte, ministrado, normalmente, para doentes terminais, de câncer, por exemplo. A heroína dispensa explicações.

      A lógica que o senhor utilizou no seu texto equivale a eu defender que Shitake, Champignon e Shimeji te fazem ver elefantes cor de rosa voadores, afinal, são cogumelos.

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    3. Deixe a Ritalina para os que tem TDAH e precisam deste medicamento. Os que tiveram uma PUTA melhora na qualidade de vida, no controle da ansiedade (sim, para nós, ela controla a ansiedade, o que deve ocorrer por mágica, afinal, contraria os "fatos" que o sr. escreveu lá no começo da "matéria"), na NORMALIZAÇÃO (e não incremento) da capacidade de aprendizado, memória, e mais uma série de coisas que estou com preguiça de escrever, e se tiver curiosidade, pesquise, mas em fontes de verdade, não essas que o sr. usa.

      Colaciono trecho de uma das fontes que vc mesmo utilizou (o site do IG sobre saúde):

      "Na discussão sobre excessos e deficiências do uso do medicamento para o TDAH, é consenso que há espaço para debater a utilização errada e perigosa da droga. A psicóloga do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Silmara Batistela, estudou o uso deturpado do metilfenidato."

      Isso para apontar o real contexto em que as informações daquela fonte foram passadas, seu sensacionalista tendencioso.

      E não, não estou profundamente irritado por que a Ritalina me deixou doidão não, estou irritado porque são pessoas como o senhor, comportamentos como o seu, lógicas de paralogismo e generalistas como a sua que me fizeram ser discriminado na infância por causa deste maldito TDAH.

      O senhor revela-se incapaz de interpretar uma simples bula. Não é porque lá consta uma série de efeitos colaterais, que o medicamento, necessariamente, os causará. Se assim o fosse, ninguém tomaria paracetamol, pelos motivos que citei alhures, tampouco dipirona, afinal, em doses altas é fatal e não há antídoto.

      Não opine sobre o que não conhece.
      Não queira influenciar leigos passando informações distorcidas, mal interpretadas e deturpadas.
      Seu Sofista.

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    4. Caro amigo.
      Bem, uma vez que o sr. aparenta ser uma pessoa bastante sugestionável (acredita em qualquer merda, onde a palavra "merda" não significa, exatamente, excremento) e que tem bastante dificuldade em não confundir conceitos específicos, bem como filtrar informações a partir da credibilidade das fontes, é necessário que eu diga que usei da palavra "amigo", apenas como forma de iniciar este texto. Eu não quero ser seu amigo.

      Tenho TDAH desde sempre, assim como 05 (cinco) integrantes da minha família (primos), o que me leva a crer em alguma tendência genética para o desenvolvimento desta desordem, ou que há um complô maligno de psiquiatras acionistas de indústrias de medicamentos que elegeram minha família para testes, ou para exploração...

      Não vou colocar meu nome aqui, porque não gosto de ficar por aí revelando minha "doença", afinal, este país é composto essencialmente de pessoas mal informadas e que generalizam tudo para a pior conotação possível, assim como o sr.

      Sou advogado. Não que isso importe, neste caso, e sinceramente, nem sei porque informo minha profissão (devo ter me contaminado, ao ler o artigo, de falar coisas só por falar, sem pensar no porquê e nas consequências).

      Bom, eis me aqui por um motivo que desde já resumo para os que não estão com saco (não me refiro exatamente à bolsa escrotal) para ler até o fim, e também para os que tem mais o que fazer: Estou aqui (eu não estou fisicamente, entendeu?, se não entendeu, eu posso te dar uma Ritalina para clarear esta questão complexa...) para dizer que o artigo de Vossa autoria é escroto (não me refiro ao saco).

      O senhor, não faz a menor ideia do benefício deste medicamento (ou DROGA, como preferir) para aqueles que tem necessidade do seu consumo: os portadores de TDAH, o que denominaremos desde já: "PESSOAS DOENTES", vulgo "zoadinhos", "lerdinhos", "audistas" e demais expressões que as outras pessoas adoram utilizar para nos denominar pejorativamente (claro, quando não estamos medicados, ou sob o efeito de DROGAS, como prefere imaginar).

      Já que quer criar texto tendencioso a partir de fontes duvidosas e opiniões sem fundamento, sugiro que escreva sobre o paracetamol (aquele que tomamos quando temos febre), pois ele é amplamente usado para o suicídio através da destruição do fígado e da insuficiência renal que ocorrem com sua ingestão em alta dosagem (cerca de 50 comprimidos).
      Escreva sobre a facilidade de aquisição do medicamento, que nem controlado é, e diga que assim o é por alguma teoria conspiratória, diga que todos que o usam são suicidas em potencial, diga que os médicos que o recomendam para reduzir a febre são idiotas e que isto é um sinal do apocalipse que se aproxima, faça um gancho e envolva a maçonaria e os Illuminati.
      Mas não faça como fez com este artigo, não se baseie, tão só em opiniões (no caso, a minha, claro, deturpada pela maligna Ritalina). Verifique estas informações em fontes confiáveis e IMPARCIAIS, de opiniões médicas FUNDAMENTADAS (se em estudos, melhor ainda).
      Desta forma o senhor fará um artigo igualmente sensacionalista mas com um mínimo de base em fatos.

      A propósito, o artigo foi escrito com uma lógica de botequim arrepiante. Inteire-se: RITALINA não é sinônimo de SIBUTRAMINA e muito menos do tal "SPEED" mencionado ao fim do "artigo", não obstante essas substâncias serem todas elas, ANFETAMINAS. Naquele país, é crime a utilização do "SPEED", e não da RITALINA.

      Assim como se extrai o ópio da papoula, o qual contém morfina, que é processada para obtenção da heroína. A morfina é um analgésico extremamente forte, ministrado, normalmente, para doentes terminais, de câncer, por exemplo. A heroína dispensa explicações.

      A lógica que o senhor utilizou no seu texto equivale a eu defender que Shitake, Champignon e Shimeji te fazem ver elefantes cor de rosa voadores, afinal, são cogumelos.

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    5. Deixe a Ritalina para os que tem TDAH e precisam deste medicamento. Os que tiveram uma PUTA melhora na qualidade de vida, no controle da ansiedade (sim, para nós, ela controla a ansiedade, o que deve ocorrer por mágica, afinal, contraria os "fatos" que o sr. escreveu lá no começo da "matéria"), na NORMALIZAÇÃO (e não incremento) da capacidade de aprendizado, memória, e mais uma série de coisas que estou com preguiça de escrever, e se tiver curiosidade, pesquise, mas em fontes de verdade, não essas que o sr. usa.

      Colaciono trecho de uma das fontes que vc mesmo utilizou (o site do IG sobre saúde):

      "Na discussão sobre excessos e deficiências do uso do medicamento para o TDAH, é consenso que há espaço para debater a utilização errada e perigosa da droga. A psicóloga do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Silmara Batistela, estudou o uso deturpado do metilfenidato."

      Isso para apontar o real contexto em que as informações daquela fonte foram passadas, seu sensacionalista tendencioso.

      E não, não estou profundamente irritado por que a Ritalina me deixou doidão não, estou irritado porque são pessoas como o senhor, comportamentos como o seu, lógicas de paralogismo e generalistas como a sua que me fizeram ser discriminado na infância por causa deste maldito TDAH.

      O senhor revela-se incapaz de interpretar uma simples bula. Não é porque lá consta uma série de efeitos colaterais, que o medicamento, necessariamente, os causará. Se assim o fosse, ninguém tomaria paracetamol, pelos motivos que citei alhures, tampouco dipirona, afinal, em doses altas é fatal e não há antídoto.

      Não opine sobre o que não conhece.
      Não queira influenciar leigos passando informações distorcidas, mal interpretadas e deturpadas.
      Seu Sofista.

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  2. Ritalina não é nada disso, matéria imparcial e sensacionalista, provavelmente você não tem tdah, para falar um tanto de besteira dessa.

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  3. nossa ele copiou tudo de um site americano que lamenta a morte de uma menino que morreu tomando ritalina, porem este caso o garoto tinha um grave problema cardíaco no qual o uso da ritalina e extremante contra indicado e como era uma criança não tinha como sabe se ela tinha algum problema cardíaco, e claro que foi uma coisa ruim mas isso nao que dizer que todo mundo vai morrer ou que as pessoas com TDAH tenha que sofre por causa disso.

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  4. Eu tomo a mais de 10anos e tenho otima medica meus chekaps sao otimos. A cerveja o outras bebidas nao sao drogas. Vai ser um TDAH depois de sua opiniao eu nao bebo e nem fumo. E Ritalina nao faz milagre.

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  5. Nossa q absurdo! Eu sofro desde a infancia com TDAH,que eu nao sabia q existia e descobri ha pouco tempo com a graca de Deus,pois ate os 19 anos eu me achava louco,doente mental,d tanto q sofri humilhacoes e frustracoes na vida,mas felizmente ouvi falar disso e fui pesquisar,d tantas informacoes,parece q tirei 1 tonelada das costas e vi q nao sou louco e me identifiquei,gracas ao trabalho d muitos profissionais pelo mundo,e iniciei tratamento c 1antidepressivo p as comorbidades(tag, toc, fobia social e depressao,medo da noite,pesadelos,inseguranca..) e ritalina, que nao tomo fds e nem nas ferias,td sob supervisao medica,e pra mim foi otimo,minha vida social e satisfacao pessoal mudou "da agua p o vinho". Vale ressaltar que nos eua,mtos jovens usam d forma errada e ilegal,sem saber se tem alguma contra indicacao em relacao ao uso recreativo que por si só é ilegal. Banalizar o tdah é um problema serio,pois cm foi mencionado,pessoas saudaveis estao tomando o remedio sem necessidade,o consumo aumenta proporcionalmente a td essa polemica,mto prejudicial a nós q sofremos c esse transtorno e a quem esta buscando ajuda ou informacoes. Qlq remedio se abusado e toxico! Ritalina e mto eficiente e segura,desde q utilizada c prudencia e resposabilidade.

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  6. Pessoal, apesar de tanta coisa ruim que é dito e escrito sobre a ritalina, minha vida pode ser resumida em antes e depois deste medicamento. Tomo há 9 anos, e só trouxe benefícios a minha vida. Parei de procrastinar e minha atenção agora é a mesma de uma pessoa normal. Essas "reportagens" que falam que ritalina é cocaina, não tem fundamento nenhum. Não sei de ondes eles tiram esses dados para escrever tanta bobagem. Como sou portadora de tdah e uso ritalina há muitos anos, conheço muito sobre o assunto, e posso ver que na maioria desses artigos contra a ritalina, as pessoas que escrevem não tem conhecimento nenhum para opinar.

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  7. Falam tanto que a ritalina é igual a cocaína, que pelos benefícios que a ritalina realizou na minha vida, acabo ficando curioso se a cocaína tbm não seria tão boa pra minha vida, kkkk Brincadeiras a parte, falam mal da ritalina aquelas pessoas que não têm a necessidade dela para ter uma vida normal.

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  8. Como estudante de farmácia passei a tomar ritalina para me auxiliar durante as provas, muitas vezes 2 provas no dia. Um correria completa, sair de uma prova contendo 2 ou 3 páginas de reações quimicas para outra de bioquimica, a ritalina me ajudou bastante, nao tenho tdah. A grande controvérsia da RITALINA são seus efeitos colaterais, você fica por até 16 horas cabisbaixo, cabeça doendo, insoonia, cansaço fisico. O porém é que seu corpo pede descanso mas a mente nao deixa.

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